terça-feira, 24 de abril de 2012

CANTO PRIMITIVO


O medo e o inesperado.
Silêncio e solidão. 
Cala-se o grito.
Cessa o agito. 
Mas permanece essa inquietação. 
O descaminho mais intrincado. 
Arrasta consigo dúvidas e dádivas.
Sede, fome e frio.
Necessidades que me definem e me tornam confiável. 
Enfrentar os demônios é preciso.
Viver é impreciso. 

Nathalia Leão Garcia
Rio, 24 de abril de 2012 



O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE: A INSUSTENTÁVEL FLUIDEZ

                                                                                                        O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE:...