quinta-feira, 31 de maio de 2012

ECOS DA FALTA


Sempre a mesma ausência  
Que preenche os espaços.
O vazio se enche de luz!
Partilhamos o que nos falta.
Quem sabe curamos a alma.
Que eu possa encontrar o rumo.
E que a angústia torne-se calma.


Nathalia Leão Garcia
Rio,  31 de maio de 2012 



O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE: A INSUSTENTÁVEL FLUIDEZ

                                                                                                        O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE:...