sexta-feira, 3 de agosto de 2012

INDEFINIÇÃO



O querer que não sossega
A pulsão que me domina
A falta que maltrata
A dualidade que define
Vontade que me alucina
Pra quê resistir a essa entrega?
A vida nem sempre é correta
Pra todo o lado que me incline
Vejo uma vontade pirata
Que me conquista e sequestra
Parte de mim quer seguir a seta
A outra prefere a direção oposta
Na dúvida, fico com as duas.

Nathalia Leão Garcia
Rio, 03 de agosto de 2012.



O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE: A INSUSTENTÁVEL FLUIDEZ

                                                                                                        O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE:...