quarta-feira, 28 de novembro de 2012

VESTÍGIOS



Nossos medos não resistem aos precipícios.
São estreitas as estradas que nos levam aos momentos felizes.
Terrenos agrestes e escarpados desta caminhada
nos ensinam  a confiar no vento que nos acena .
Os instintos nos guiam nessa jornada.
A poesia reveste o tecido delicado das emoções
traduzindo as marcas e vestígios
Arrebata-nos dos velhos porões.
Abre as janelas para a luz solar
que atravessa os dias
e denuncia a nossa humanidade.


Rio, 28 de novembro de 2012.
Nathalia Leão Garcia 



O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE: A INSUSTENTÁVEL FLUIDEZ

                                                                                                        O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE:...