sábado, 26 de janeiro de 2013

DESCONCERTADO


O que resta de mim pra além das fronteiras do que sinto?
O que me espera na esquina é o inesperado.
O que procuro é diferente do que encontro.
O que calo não quer dizer que minto.
O que me conforta não é o exato.
O que me dá prazer não está listado.
O que me freia não é o ponto.
O que levo da vida é incontável.
O que me dá medo eu não conto.
O que me faz feliz é um mistério infindável.


Nathalia Leão Garcia 

Rio, 26 de janeiro de 2013.



                                                            Kandinsky, (1923)

O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE: A INSUSTENTÁVEL FLUIDEZ

                                                                                                        O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE:...