terça-feira, 11 de junho de 2013

O ESPERADO AMOR EM FLOR

        
                                                
Intrigante e perturbadora.
Essa é a prosa sobre os novos tempos.
Tempos onde sobra jogo e falta amor.

Generosa a rosa desabrocha nos jardins.
Infinitos desejos se escondem na escuridão.

Por que se dão tão pouco os amantes?
Porventura o vento dos desertos
devastou os corações com a aridez?

Vamos cambiar a avareza pela compaixão.
Ouvir os poetas e seus cantos mais delirantes.
Falta a palavra despudorada e desprovida de medo.

Palavra e silêncio.
Ícones monolíticos insanos.
Dizer e olhar
ao invés de falar e ver.

Há urgência de cuidar!
Há carência de curar!

Bradam os mudos.
Disparam os imobilizados.
Escandalizam os puros.
Que se derrubem os muros!

Rio, 11 de Junho de 2013

Nathalia Leão Garcia

O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE: A INSUSTENTÁVEL FLUIDEZ

                                                                                                        O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE:...