domingo, 20 de abril de 2014

CONTO DE SAUDADE E GRATIDÃO


Eu morava com a minha avó materna que me criou desde

pequena e me ensinou o que é o amor e o que tenho de

melhor em mim. Cresci em Copacabana e sempre 

quando ia à praia com minha mãe e minha irmã mais nova

costumava levar um baldinho de água do mar para a minha 

avó se banhar na banheira lá de casa. Esse ritual era uma 

fonte imensa de alegria. Quando chegava da praia vovó 

esperava o baldinho com água do mar que eu derramava 

sobre ela na banheira como se a cobrisse com o meu amor e 

gratidão. A imaginava como uma Deusa e que aquela água a 

mantivesse imortalizada! Um dia após a sua morte aos meus 

9 anos,  esqueci e trouxe o baldinho com a água do mar pra 

casa buscando-a como de costume e me dei conta naquela 

hora da sua ausência física. Mas a trago no meu coração por 

toda a minha vida e a irrigo com a água sagrada das minhas 

lágrimas de amor e gratidão! Ela será eterna em mim pra 

sempre! 




Boa Páscoa e celebração da ressurreição da memória 


amorosa imortal! 

Nathalia Leão Garcia 





REFLEXÕES SOBRE A VIOLÊNCIA

Escrevo agora pela necessidade de me pronunciar sobre os acontecimentos atordoantes que se desenrolaram nas dependências de nosso Colégio ...