sábado, 24 de janeiro de 2015

RUÍDOS ÉTEREOS


Sinto algo indefinido
Desconfio dos rumos
Ultrapasso o terreno erodido

Perco o prumo
Desatino e sumo

Não pertenço a esse roteiro
Talvez nada me contenha
A rebelião atravessa meu corpo inteiro

Depus as certezas
Preciso desvendar meus mistérios
Facear toda a solidão.

Quero deixar as tristezas
Viver tudo com paixão
Não faço planos sérios.

Apenas me entrego aos devaneios
Porque não caibo nos rótulos?
Não sei viver pelos meios.


Nathalia Leão Garcia 
Rio de Janeiro, 24 de janeiro de 2015 


                                           Kandinsky, O último julgamento(1912)

O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE: A INSUSTENTÁVEL FLUIDEZ

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