terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

CANTANTE


Quem ama não é insignificante.
Antes disso, mais do que importante.
O amor não aceita ser “ficante”.
É personagem principal o amante.
Incomoda e incomodante.
Captura e aproxima o distante.
Celebra o sal da vida vibrante.
Quem quiser mais que cante.

Nathalia Leão Garcia
Rio de Janeiro, 10 de fevereiro de 2015.



O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE: A INSUSTENTÁVEL FLUIDEZ

                                                                                                        O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE:...