quarta-feira, 25 de abril de 2012

ETERNO FEMININO


Divinas damas.
Lobas líderes.
Demônios famintos.
Desejos díspares.
Perdem-se nos labirintos.
Surpreendem como caçadoras.
Estes diligentes seres.
Matam para proteger suas crias.
Abnegadas e protetoras.  
Vagueiam pelas ruas vazias.
São alquimistas admiráveis!
Transformam noites frias em quentes.
Inteligentes e notáveis.
Não cabem nos estreitos recintos.
Entregam-se aos dissimulados tintos.
Empregam esforços ingentes.
Não se atrelam aos freios.
Não resistem aos arrepios.
Entregam-se aos devaneios.
Cumprem papéis aos milhares.
Donas dos segredos dos mares.
Alimentam e acolhem em seus seios.

Nathalia Leão Garcia

Rio, 25 de abril de 2012 


O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE: A INSUSTENTÁVEL FLUIDEZ

                                                                                                        O SUJEITO NA PÓS MODERNIDADE:...